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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
VÍDEO: Momentos finais da NASCAR em Pocono
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sexta-feira, 2 de maio de 2014
Programa para o FDS que tal comer em um Food Trucks
Às vésperas da regulamentação da lei para a venda de alimentos em
vias públicas, pelo menos sete veículos circulam pelas ruas da metrópole.
Outros dez já estão a caminho
Em novembro do ano passado, a aprovação na Câmara
Municipal de uma iniciativa que autoriza a venda de comida nas vias
públicas deixou muitos chefs e empreendedores animados. Até então, somente eram
liberadas as atividades das vans de cachorro-quente. O restante do mercado, de
vendedores de churrasquinho grego a barraquinhas de yakissoba, agia na
clandestinidade, sob os olhos complacentes da fiscalização. “Com a criação de
uma regra clara, o consumidor terá mais segurança na hora de comprar, e o
vendedor poderá atuar com tranquilidade”, afirma o vereador Andrea Matarazzo
(PSDB), um dos autores do projeto de lei.
Mesmo faltando ainda os detalhes de como o negócio vai
funcionar na prática (a previsão da prefeitura é anunciar a regulamentação até
sexta 11/04/2014), a perspectiva da nova norma para o setor foi suficiente para
muitos colocarem sua cozinha na rua. Nessa caravana culinária destacam-se os
food trucks, como são chamadas as caminhonetes gastronômicas inspiradas nos
veículos do tipo que fazem sucesso em metrópoles como Nova York. Existem hoje
pelo menos sete delas em São Paulo e outras dez devem iniciar operação nos
próximos meses.
Espécie de precursor do sistema por aqui, Rolando Massinha sacia
a fome de muitos notívagos em sua Kombi, estacionada desde 2008 na Avenida
Sumaré, com receitas como fettuccine à bolonhesa (12,50 reais), feitas para ser
saboreadas ali mesmo com talheres de plástico. Entre fevereiro e março, ele
colocou mais três carros na praça, dedicados a churros, kebab e
cachorro-quente. No mês passado, a matriz ganhou um concorrente direto, o Holy
Pasta Food Truck, que também tem massas como especialidade. Para vencer a
batalha pelos estômagos em trânsito, seus proprietários apostam em um
fornecedor renomado. Eles compram nhoque (15 reais) e até ravióli de cordeiro
(22 reais) do Pastifício Primo, que tem unidades emPerdizes, Higienópolis e Pinheiros. “Queremos trilhar um caminho diferente, com uma pegada
underground”, justifica Adolpho Schaefer, um dos donos.
No
vácuo da onda natureba, está prometido para o feriado de Páscoa o Salve, Salve,
veículo especializado em sucos naturais e vitaminas funcionais. Neste mês, deve
começar a operar por aqui também o 13Truck, com sanduíches como o de pernil e
salada coleslaw a partir de 13 reais. Até o fim do ano, o circuito será
incrementado ainda com culinária árabe e até francesa (veja no quadro abaixo).
A expansão da onda tem preocupado alguns donos de
estabelecimentos. “Estacionar um veículo de temakis na frente de um restaurante
japonês seria desleal”, opina Joaquim Saraiva de Almeida, presidente da
Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo. Outros empresários
do setor, em vez de fazer oposição, resolveram criar filiais ambulantes. Depois
de três meses instalado na cobertura do Shopping Cidade Jardim, o Astor Food
Truck, versão míni do bar da Vila Madalena, deve estacionar no Butantã, onde
até o fim do mês será inaugurado o Food Park, uma área de 1 400 metros
quadrados que funcionará como uma praça de alimentação. “Os trucks poderão
trabalhar diariamente com segurança e infraestrutura”, explica Mauricio
Schuartz, um dos idealizadores do espaço.
CARDÁPIO AMBULANTE
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Especialidade: pratos de restaurante e
hambúrgueres
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Região: zonas Oeste e Sul
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Início do serviço: 2013
■ Fichips Food
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Especialidade: peixe empanado com batata frita
·
Região: Zona Norte
·
Início do serviço: 2013
■ Holy Pasta Food
Truck
·
Especialidade: massas e sanduíches
·
Região: Zona Oeste
·
Início do serviço: 2014
■ Temaki Navan
·
Especialidade: temakis
·
Região: porta de baladas, como Clash, Royal e
Vila Mix
·
Início do serviço: 2012
■ 13Truck
·
Especialidade: sanduíches,
vendidos a 13 reais
·
Região: Zona Oeste
·
Previsão de início: abril
■ Baruk
·
Especialidade: salgados, como kebab e esfiha
·
Região: indefinida
·
Previsão de início: outubro
■ La Casserole
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Especialidade: receitas de sotaque francês
·
Região: centro
·
Previsão de início: novembro
■ Salve, Salve
·
Especialidade: sucos naturais e vitaminas
funcionais
·
Região: Itaim Bibi
·
Previsão de início: abril
Bom Final de Semana!
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Fonte: 4.abr.2014 | Atualizada em 5.abr.2014 por Sophia Braun http://vejasp.abril.com.br/materia/lei-comida-de-rua-food-truck
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Fiat Palio X Renault Clio - Seguro Auto
Vamos analisar um comparativa feito entre dois hatches para ver o melhor custo- benefício desses carros e podemos ver uma análise feita do Seguro Auto.
É verdade que o Fiat Palio Fire é o carro mais barato do país na configuração com duas portas, mas quando se trata da versão quatro portas (que representa a maior fatia de vendas do hatch italiano), o Renault Clio parte de preços mais acessíveis. Comprar um Renault Clio é R$ 740 mais barato do que um Palio Fire, segundo as tabelas oficiais das versões com quatro portas. A pequena diferença de preço pode criar uma dúvida na cabeça do consumidor. Mas, e se pesarmos outros aspectos, como segurança, preço de seguro, desvalorização e conforto, qual leva a melhor? Confira agora:
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Fiat Palio Fire 1.0 4 portas
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Renault Clio Authentique 1.0 4 portas
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Preço
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A partir de R$ 26.190
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A partir de R$ 25.450
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Motorização
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Motor 1.0 Flex, que entrega 75 cv de potência a 6.250 e 9,9 kgfm de torque a 4.500 rpm, quando abastecido com etanol. O câmbio é manual de cinco velocidades
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Motor 1.0 Flex de 80 cv de potência a 5.750 rpm e 10,5 kgfm de torque a 4.250 rpm, quando abastecido com etanol. A caixa de câmbio é manual de cinco velocidades.
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Desempenho
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O 1.0 deixa a desejar face o 1.0 EVO atualizado do Uno, que permitiria uma condução mais relaxada e econômica. Com regimes de funcionamento médio para elevados, nem parece um 8 válvulas. O câmbio tem engates pouco precisos como no Renault. Na cidade, ele dá conta dos 940 kg da versão quatro portas. O torque menor e a exigência de mais giro para entregar seu melhor, deixa o econômetro numa situação "vermelha".
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Apesar de mais potente, o motor do Clio é 16 válvulas. Isso o torna afeito a giros mais altos. Mesmo assim, a potência máxima e torque chegam ligeiramente mais cedo que no Fiat. O câmbio tem engates pouco precisos e vibra bastante durante a condução. Por outro lado, o indicador luminoso de troca de marchas é mais eficiente do que o econômetro analógico da Fiat. Junto com a força maior em médios e altos regimes e números melhores de desempenho, o Clio leva nesse quesito.
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Principais itens de série
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Vendido como "o carro mais barato do Brasil", o hatch sai de fábrica com dois principais ítens de série: o econômetro analógico e o indicador digital do nível de combustível. Apesar do espaço de sobra no painel de instrumentos antiquado, o conta-giros ficou de fora e faz falta. Economia de custo é a orientação naquele que foi criado para ser em conta. Como exemplo, em 2003 esse modelo tinha airbags laterais como opcionais. Pelo menos é possível encontrá-lo com airbags e ABS, uma vitória no quesito itens de série.
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O modelo de entrada da Renault sai de fábrica com conta-giros (bastante claro, por sinal, e com divisão de faixas de rotação para aumentar a economia do motor) e indicador de mudanças de marcha. Todas as versões também contam com predisposição para rádio, item que fica de fora da listagem básica do carro da Fiat. A exemplo do rival, o Clio foi um bocado empobrecido ao longo dos anos, lembrando que em 1999 ele tinha airbags frontais de série. Agora, ainda não é possível encontrar um com os itens de segurança nas concessionárias.
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Espaço
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Com 3,82 m de comprimento, 1,43 m de altura e 1,63 de largura, oferece bom espaço para o motorista e o passageiro dianteiro. Os 2,37 m de entre-eixos, no entanto, fazem com que os passageiros do banco de trás tenham pouco espaço para as pernas. O porta-malas de 290 l oferece um bom espaço para a categoria. Com teto quase plano e colunas bem verticais, o Palio leva a disputa do espaço.
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O entre-eixos 10 cm maior permite aos passageiros do banco traseiro do Clio terem maior espaço para as pernas, mas os bancos mais elevados do que os do Palio não deixam muito espaço de sobra entre a cabeça e o teto, cuja queda também prejudica. O hatch tem 3,81 m de comprimento, 1,41 m de altura, 1,64 m de largura e porta-malas de 255 l. Se você não for levar passageiros mais altos atrás ou muitas malas, pode ser uma boa opção, porém não é tão versátil quanto o Fiat.
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Conforto
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A versão 2014 recebeu novos bancos, que oferecem conforto em percursos mais distantes. As suspensões macias também contribuem. O renovado volante tem boa empunhadura e revestimento agradável. A ergonomia está datada. Exemplo da ausência de ajuste de altura no banco do motorista. Ainda assim, o conforto é mais privilegiado no Palio.
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Mais firmes, os bancos do Clio não se destacam tanto pelo conforto, mas seguram mais em curvas. A direção é mais dura de manobrar. O câmbio também exige mais força e decisão nas passagens, mas agrada os que gostam de mais conexão mecânica. O senão está no ambiente datado que dispensa, por exemplo, qualquer ajuste da coluna de direção.
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Acabamento
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Apesar de a posição dos comandos internos agradar, as saídas de ar são muito baixas. Não é fácil mexer em tudo rapidamente, a posição do som é o único quesito em que o Palio ganha. Já o porta-malas tem quase nenhuma forração, permitindo que malas soltas batam na lataria e façam barulhos. Mesmo com isso, ainda tem soluções de projeto mais inteligentes.
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Emprestado do irmão Sandero, o painel de instrumentos é mais moderno do que o do Palio Fire, mas o acabamento, no geral, também é bastante simples. Fica ainda mais clara a simplificação geral do projeto, em especial a eliminação de material fonoabsorvente. A ergonomia dos comandos, especialmente a improvisação dos botões dos vidros dianteiros, deveria ser revista.
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Consumo
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Apesar de a Fiat divulgar intensivamente a economia de combustível do Palio Fire, nossos testes urbanos e com o tanque abastecido de Etanol registraram média de 6,9 km/l, abaixo dos 8,8 km/l divulgados oficialmente. É pouco menos que o Clio.
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As médias de consumo do Clio também ficaram bem abaixo do registrado pelo Inmetro, mas com desempenho melhor do que o do Palio. Foram 7,3 km/l em ciclo urbano e abastecido com etanol, enquanto a média oficial é de 9,5 km/l. Ainda assim, foi mais econômico que o Fiat.
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Segurança
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O hatch conta com airbag duplo e freios com sistema ABS, conforme exigido pela legislação, além de EBD, sistema que distribui a força aplicada nas frenagens e complementa o ABS. É apenas o obrigatório, porém o grande negócio é que todas as unidades encontradas são equipadas com tais itens. Ponto que garante mais peso ao Palio.
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Apesar de a Renault informar que os preços praticados atualmente se referem às unidades com airbag e ABS, as revendas consultadas pela reportagem ainda não oferecem o Clio equipado com os equipamentos de segurança, conforme exigido por lei para os carros produzidos em 2014. Modelos sem os itens podem ser vendidos apenas até março.
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R$ 1.695, em média. O valor representa 6,47% do valor do carro.
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Média de R$ 1.324, o que representa 5,20% do valor do carro.
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Cesta de peças
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R$ 2.566,86, sendo R$ 564,35 por um farol, R$ 219,31 por uma lanterna traseira, R$ 172,65 por um retrovisor lateral, R$ 526,42 por um para-choque traseiro, R$ 18,69 por um filtro de ar, R$ 852,86 pelos jogos de amortecedores e R$ 212,58 pelos jogos de pastilha de freio. Ligeiramente mais cara, a cesta é um dos pontos que o rival leva.
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R$ 1.963,77, sendo R$ 399,72 por um farol, R$ 367,48 por uma lanterna traseira, R$ 244,99 um retrovisor externo lateral, R$ 444,83 por um para-choque traseiro, R$ 46,21 por um filtro de ar, R$ 326,20 pelos jogos de amortecedores e R$ 134,34 pelos jogos de pastilha de freio.
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Desvalorização
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8,34% no primeiro ano
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8,44% no primeiro ano
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Garantia e pós-venda
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O Palio Fire 2014 passou a receber 1 ano de garantia total, mais 2 anos de garantia para motor e câmbio. Sem limite de quilometragem. As revisões devem ser feitas a cada 10 mil km e as três primeiras, somadas, custam R$ 998.
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A Renault também oferece 3 anos de garantia total para o Clio, ou até 100.000 km rodados. Somadas, as três primeiras revisões do Clio saem por R$ 960.
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E nas lojas?
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Ainda é possível encontrar algumas unidades do hatch à venda em concessionárias sem o recente ajuste de preços. Nesse caso, a versão com quatro portas sai por R$ 25 mil, um abatimento de R$ 1.190. No entanto, as versões mais completas levam cerca de 40 dias para serem entregues e o sistema de som é oferecido com sobrepreço. Nesse ponto, o Palio é melhor negócio.
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Também é possível encontrar o Clio com descontos, mas os abatimentos são modestos. A versão Authentique sai por R$ 24.600, ou R$ 850 a menos do que o valor oficial. Lembrando que não havia ainda unidades com ABS e airbags. Todas as unidades são oferecidas a pronta entrega e há bastante oferta de cores nos estoques. É possível comprá-lo com taxa de 0,99% ao mês, pagando uma entrada de 30% e quitando o restante em 24 meses.
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Conclusão
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Vencedor. Apesar de cobrar bem mais pelos itens da cesta de peças e do seguro ser mais caro, o Palio Fire oferece mais conforto e melhor dirigibilidade, além da segurança dos freios com sistema ABS e airbags duplos para pronta entrega. Vale pesquisar nas lojas para conseguir boas condições.
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As economias pelas quais passou o Clio recentemente trouxeram bons resultados no valor da cesta de peças, e o carro ainda tem seguro mais em conta. Mas perde pontos no desempenho e em alguns quesitos de conforto. A economia de R$ 740 em comparação ao Palio não vale o tanto assim.
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Fique atento!
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Apesar do configurador de carros do site da Fiat oferecer rádio para o Palio Fire por R$ 182, as revendas consultadas por Autoesporte não oferecem o modelo mais acessível, e chegam a cobrar R$ 500 por outros aparelhos. Já nas lojas da Renault, a principal dificuldade é encontrar unidades do Clio que tenham sido produzidas em 2014 e já ofereçam os sistemas de segurança exigidos por lei.
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Confira os itens de avaliação da tabela feita pelo Auto Esporte Clique Aqui
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Escolha de Carro – confira comparativo entre ele e seguro Fiat Punto X Citroen C3
Vamos analisar um comparativa feito entre dois hatches para ver o melhor custo- benefício desses carros e podemos ver uma análise feita do Seguro Auto.
Eles já foram as principais opções de compra do segmento, mas agora andam relegados a segundo plano pelo consumidor. Fiat Punto e Citroën C3 ainda mantém uma boa média de vendas por mês, mas, no último ano, sofreram com ofensiva de novos concorrentes como Ford New Fiesta e Hyundai HB20, que também apostaram na fórmula do visual atraente e do conteúdo recheado. Ainda que o frescor da novidade ofusque o brilho dos veteranos, a dupla tem relevância no ranking de vendas e atributos para conquistar o consumidor. Exatamente por isso, escalamos as versões de entrada dos dois modelos para um tira-teima. Saiba qual deles se sai melhor.
unto Attractive 1.4
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Citroën C3 Origine 1.5
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Preço
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A partir de R$ 43.230
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A partir de R$ 39.990
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Motorização
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Motor 1.4 Evo 8V flex que gera de 88/85 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 12,5/12,4 kgfm a 3.500 giros. Câmbio manual de cinco marchas.
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Motor 1.5 8V flex que entrega 93/89 cv a 5.500 giros e torque máximo de 14,2/13,5 kgfm a 3.000 rpm. Câmbio manual de cinco marchas.
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Desempenho
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O Punto é um dos Fiat com melhor ajuste dinâmico. A suspensão macia sem ser molenga demais e a direção hidráulica bem calibrada entregam conforto e controle. Mas o conjunto mecânico fica aquém do esperado. O 1.4 sofre para embalar o corpinho de 1.141 kg do hatch, o que se reflete em gasto de combustível. Para chegar aos 100 km/h, são necessários eternos 14,1 segundos.
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O C3 é um carro bastante esperto na cidade. Mérito do motor e do baixo peso do hatch: 1.081 kg. A direção elétrica, leve e com boa empunhadura, também agrada. O câmbio tem virtudes e fraquezas: é bem escalonado e com engates precisos. No entanto, o longo curso na alavanca e o trambulador barulhento incomodam. No 0 a 100 km/h, o C3 precisou de 13,1 segundos
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Principais itens de série
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Atualmente, o hatch da Fiat sai de fábrica com airbag duplo, freios ABS com EBD, ar-condicionado, direção hidráulica, retrovisores manuais, vidros dianteiro e travas elétricas, volante com regulagem de altura e profundidade, banco do motorista com regulagem de altura.
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O C3 traz airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo, direção elétrica, porta-luvas com refrigeração, retrovisores elétricos, vidros dianteiros elétricos, volante com regulagem de altura e profundidade, banco do motorista com regulagem de altura. O para-brisa Zenith e as luzes diurnas de led, só são itens de série na versão Tendence, a partir de R$ 44.590
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Espaço
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Com 4,06 m de comprimento e 2,51 m de entre-eixos, o Punto leva vantagem. Quem viaja atrás vai sem aperto e encontra bom vão para pernas e cabeças, inclusive pasageiros com mais de 1,80 m. O porta-malas é apenas razoável para um hatch, com 280 litros, segundo a Fiat.
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Com 2,45 de entre-eixos, o C3 oferece bom espaço para motorista e passageiro dianteiro, mas fica devendo mais conforto aos ocupantes traseiros, onde o espaço para pernas poderia ser melhor. De acordo com a marca, o bagageiro consegue acomodar até 300 litros.
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Conforto
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O Punto oferece ótima posição ao volante. Os ajustes dos bancos são mecânicos, mas amplos. E é fácil regular a altura e profundidade da direção, que prima por ergonomia e boa empunhadura. Destaque para a posição do câmbio, bem à mão do motorista. O isolamento acústico, no entanto, poderia ser aperfeiçoado.
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É fácil encontrar um posição ao volante, já que o carro traz ajustes de altura tanto para o banco do motorista quanto para o volante. Os botões e comandos do som e dos vidros elétricos estão bem localizados. O isolamento acústico é bom, até o conta-giros atingir os 3.000 rpm - quando o ruído do motor invade a cabine.
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Acabamento
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Os bancos são confortáveis e o acamabento de toda a cabine é correto. O plástico do console no entanto poderia trazer alguma textura para dar um toque de requinte ao interior, mas no geral o acabamento agrada.
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Em comparação ao visual arrojado do modelo, o interior da versão Origine é um pouco sem graça. Mas está no nível do rival. Os materiais usados na cabine poderiam ser de melhor qualidade e o painel de instrumentos tem leitura difícil.
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Consumo
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Com a fama de beberrão, o Punto 1.4 abastecido com etanol, aferiu 8,6 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada. É quase o mesmo que o Citroën 1.5
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De acordo com os testes realizados por Autoesporte, o rendimento do C3 foi de 8,5 km/l no circuito urbano e 10 km/l no rodoviário.
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Segurança
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Conta apenas com os obrigatórios freios ABS e airbag duplo.
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Tal como o rival, a versão de entrada do C3 traz apenas freios ABS e airbag duplo
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Em média R$ 1.600, o equivalente a 3,7% do valor total do carro
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R$ 1.200, em média, cifra que equiavale 2,8% do modelo.
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Cesta de peças
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R$1.954,62. A cesta inclui um farol (R$ 492), uma lanterna traseira (R$ 440,24), um retrovisor (R$ 198,98), um parachoque traseiro (R$ 651,50), filtro de ar (R$ 30,40), um conjunto de amortecedores (R$ 250,60) e conjunto de pastilhas de freio (R$ 287).
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R$ 2.947,52. A cesta é composta por um farol (R$ 763,73), uma lanterna traseira (R$ 489,15), um retrovisor (R$ 392,16), um parachoque traseiro (R$ 711,58), filtro de ar (R$ 45), um conjunto de amortecedores (R$ 295) e conjunto de pastilhas de freio (R$ 251).
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Desvalorização
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Após um ano de uso, a depreciação do veículo é de 9,58%.
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Desvalorização média de 9,71% no primeiro ano.
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Garantia e pós-venda
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Dois anos de garantia total. As revisões são realizadas a cada 15 mil quilômetros. O pacote das primeiras cinco revisões sai por R$ 2.520
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3 anos de garantia. As revisões são realizadas a cada 10 mil quilômetros. O pacote com as primeiras cinco revisões fica por R$ 2.729. Segundo o Cesvi, o C3 tem um dos melhores índices de reparabilidade do mercado.
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E nas lojas?
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O modelo estava disponível para para pronta entrega em todas as lojas consultadas e com uma ampla cartela de cores. Além disso, em várias delas, ele foi oferecido com desconto. Na cor sólida, o hatch chegou a ser negociado por R$ 41.500. As condições de financiamento para o carro, no entanto, poderiam ser melhores. Mesmo com uma entrada de 60% e parcelado em 48 vezes, a melhor taxa encontrada foi de 1,19% a.m
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São poucas as unidades para pronta entrega da versão Origine 1.5. Se você desejar o modelo na cor vermelha, por exemplo, terá que esperar até o início de abril pelo carro. No entanto, o preço de tabela de R$ 39.990 é respeitado e as condições para financiar o carro são melhores que as oferecidas pelas lojas da Fiat. Com entrada de 40%, é possível parcelar o restante do valor em até 48 vezes com taxa de juros de 0,99% a.m.
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Conclusão
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Nesta versão, o Punto fica atrás do C3 em quesitos como preço, acabamento interno e consumo. Cerca de R$ 3 mil mais caro que o rival, o Fiat entrega quase o mesmo conteúdo que o Citroën. Além disso, apesar do acerto mecânico, o desempenho do motor 1.4 é prejudicado pelo peso do carro, e fica devendo vigor nas acelerações e retomadas. Vale dizer no entanto que com motor 1.6 de 117 cv, a situação muda de figura.
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Vencedor. Atualmente, o C3 reúne as melhores condições de mercado entre os dois hatches. Além de pesar menos no bolso, ele está sendo negociado com a menor taxa de juros, tem um ano a mais de garantia e o menor seguro. Em dirigibilidade, ele até perde para o Punto, mas o desempenho supera o do rival e garante maior agilidade no trânsito e na estrada.
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